December 19, 2009 by Marcelo Coutinho
O sorriso que compartilhamos é algo muito especial.
Os olhos chegam quase a fechar, e apesar do barulho
Posso sentir a sua respiração aumentar.
A perspectiva do quase-beijo é alcançada com naturalidade.
Mas ele fica no quase.
Não me incomodava, mas passará a acontecer.
Pois hoje já é especial, e apesar de toda história por trás, eu começo a querer.
Mas se a gente vai se encontrar ou não, é sempre uma incógnita.
Minha vontade era tê-la em meus braços a cada dia, a cada hora.
O teu sorriso me traz todo o conforto que busco a muito tempo.
A força de nosso abraço é algo que eu não vejo ninguém conseguir.
E a tristeza do nosso até logo, é a dor que tenho ao te ver partir.
Posted in Poesias | Leave a Comment »
December 19, 2009 by Marcelo Coutinho
Na intranqüilidade do silêncio me desespero.
Busco à mesa de trabalho algo que me aproxime de você.
Vejo em minha agenda seu nome, o coração acelera.
Mas sei que hoje você está em outro lugar.
O que foi amizade um dia, já tomou caminho diferente.
Culpa minha, sua?
Culpa nossa, mas atitude inteligente.
Não dá pra sentir menos do que eu sinto por você.
E vejo nos teus olhos o mesmo sentimento.
Busco em tua foto, talvez um pouco de alento.
Além do nosso abraço e sorriso, fica o desespero.
De não tê-los por essa noite, de sentir-me sozinho.
No momento de destempero, me sacrifico.
Já que não me quero nem mesmo seu vizinho.
Se estás tão acessível quanto teu sorriso me denota.
Encara e vem, sorri, encosta tua cabeça em meu peito e sente.
Quem não mente sou eu, só teu amor me conforta.
Deixe que os outros falem de culpa.
Deixe que a gente cuide da gente.
Deixe me mostrar a grandeza deste amor.
Mostre para mim o quanto é lindo isso que sente.
Posted in Poesias | Leave a Comment »
November 26, 2009 by Marcelo Coutinho
O que te dizer, nesta hora de pranto?
O que fazer, pra evitar o sofrimento?
De que maneira, te trazer alento?
Do que se perdeu, que amavas tanto!
A vida que veio e que foi, voltará um dia
Trazendo ensinamento e amor
Compartilhando frio e calor
E principalmente inundando de alegria.
A vida que ainda virá, tamanha sorte!
Será mais amada, será mais querida
Será mais cuidada que sua própria vida
Portanto, sê forte menina, sê forte!
Que a vida que vem, te trará uma nova vida.
Posted in Poesias | Leave a Comment »
November 22, 2009 by Marcelo Coutinho
Vida perene, vida que segue, vida que doa e traz uma nova vida.
Vida que aprende, vida que ensina, vida que vive.
Vida mãe, vida madrasta, vida querida.
Vida que sobe, vida que desce, e nunca há saída.
Vida que jura, vida que esquece, vida que mente, vida ferida.
Vida maluca, vida agitada, vida sábia, qualidade de vida.
Vida que transforma, vida que enaltece, vida alegre, vida sadia.
Vida que perde, vida que transforma, vida que mostra como boa é a vida.
Vida que concebe, vida que gera, vida que cria outra vida.
Posted in Poesias | Leave a Comment »
November 22, 2009 by Marcelo Coutinho
Aquele sorriso que já havia me cativado, Hoje me diz um algo mais. Ele vem repleto de coisas obscuras, de pedidos e ações que eu nem sequer imaginei lidar. E por mais que assuste, é um sorriso tranquilo, quase um guia.
Me levanto, torno-me a sentar. Estou inquieto. Uma certeza se transforma em milhares de dúvidas. As dificuldades que sempre evitei com louvor, voltam. E como monstros gigantes de 21 cabeças, nem sequer me assustam.
Serei capaz de me transformar e dar este passo? Será que é a pessoa? Ou serei eu? Será mais fácil seguir neste caminho sem rumo, e dizer de pronto: adeus!? E se o que faço de melhor, for desta vez a pior das decisões?
Posted in Poesias | Leave a Comment »
October 5, 2009 by Marcelo Coutinho
Saberei sou inocente
Não conheço muita gente
Ó princesa não me tente
Eu continuo inocente
Já andei por muitas bandas
Comi muita poeira de chão
Continuo sem descanso
Aliado à solidão
Deixei pra trás a família
Na esperança de encontrar
Cada passo, cada milha
Nunca canso de andar
De porto em porto
De porteira em porteira
Comendo areia sem gosto
Tomando banho em ribeira
Paradeiro é a esperança
De minha vida mudar
Minha pessoa entra na dança
Pro meu destino virar.
Posted in Poesias | Leave a Comment »
August 11, 2009 by Dzarivos Kostadinis
Coloca o copo sobre a mesa como quem faz pose para um filme noir.
Em preto e branco segue a cena, vira o rosto, fita o céu.
Levanta-se, despede-se e graciosamente pôe-se a caminhar.
.
Sem olhar pra trás, logo percebe o sucesso que ali fez.
Penso, repenso, confabulo a meu favor. Não me levanto.
Deixo nas mãos do destino, nossa primeira vez.
.
Hoje não esqueço tal cena a qual presenciei.
Quero ver este filme novamente, quero aplaudir a atriz.
Quero ser feliz, quero sentir-me como um rei.
.
O tal destino, ó que demora, que sofrimento!
Que não me vem, que não te encontro. Como te quero!
Mas o desejo, não é ordem. É desalento.
Posted in Poesias | 1 Comment »
Foi duro não beijar-te os lábios
Foi duro saber que acabou.
Foi duro ficar ao seu lado, sabendo
Que a sorte não nos abraçou.
.
Foi duro sair da sua vida.
Mais duro, foi não ter entrado.
Foi duro saber que um passado.
Querida! Esse nunca existiu.
.
Foi duro te dar as costas.
Foi duro não te ver chorar.
Foi certo não ter arriscado?
De algum dia, não te magoar.
.
Foi duro durar muito pouco!
Foi duro tentar ser feliz.
Foi duro, saber que ao seu lado.
Fiquei. Mais que isso, não fiz.
Posted in Poesias | Leave a Comment »
A fina flor na madrugada cai,
O dia.
O orvalho escorre pelos lábios
da rosa.
Inspirado, acordo e canto
em verso e prosa:
És minha inspiração à poesia.
Completa hoje um ciclo,
mais um de tua vida.
Renovam-se a Paz, a harmonia,
a saúde e a tua doçura.
E nasce em ti um algo mais,
que só você pode sentir.
Vêm a família, os amigos, venho eu
desejando que alcance tudo
o que o seu coração pedir.
Tantos ciclos marcaste na mente,
como com giz.
Espero poder ser aquele, que em todas as datas
Venha te fazer muito feliz.
Posted in Poesias | Leave a Comment »
O amor bateu em minha porta.
Me sorriu. Pediu licença e eu neguei.
Temeroso de cair novamente.
Lembro-me até hoje de quando me abandonou.
Olhos em lágrimas – de ambos – me fizeram acreditar,
que eu signifiquei demais pra você.
Porém não há modo de saber porquê.
O amor então indignado, deu meia-volta.
Ficou tão bravo, desceu pelas escadas.
Nem olhou para trás.
Nem olhou.
Posted in Poesias | 1 Comment »