Então é assim que o amor morre?
Não é a beira de um precipício?
Não é overdose de um vício
Não é sequer pelo abandono completo
Talvez por algo mais líquido e certo
Talvez pela malandragem do esperto
Que sem haver, viu oportunidade
De exercitar saborosa maldade
E decretar assim, infelicidade
Com quem só lhe pediu confiança
Com quem compartilhou esperança
E agora me chega a surpresa
Que de tuas garras fui presa
E que agora peço que esqueça
A toda e qualquer promessa
A todo e qualquer carinho
Prefiro meu coração sozinho
A ter que compartilhar contigo
Todo amor que um dia foi de amigo
Toda alegria que um dia sonhei ter
E você sempre esteve junto pra ver
Compartilhando felicidade a dois
Vou tentar descobrir o que farei depois
Que desse ambiente conseguir me livrar
Quem sabe consiga bem rápido despertar
Desse mundo perfeito, que um dia me pus a imaginar
Mesmo que pra isso, um rio eu tenha que chorar
Mesmo que lá na frente eu consiga te perdoar
Já digo de pronto, que salvo conduto
Terás novamente, quando me reconquistar.
Como morre o amor
August 18, 2011 by Dzarivos Kostadinis
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